SAIBA MAIS

Quando você apresentar qualquer uma das condições abaixo:

- Dor e cansaço nos membros inferiores;
- Coceira nas pernas;
- Sensação de pernas pesadas;
- Veias azuladas ou arroxeadas aparentes; - Inchaço nos tornozelos ao fim do dia;
- Queimação na planta dos pés e nas pernas;
- Cãibras;
- Histórico de doença vascular na família (genética é muito importante);
- Histórico, na família, de aneurisma de aorta, ilíaca ou nas pernas;
- Se já teve problemas vasculares, como varizes ou trombose;
- Se nunca fez um check-up vascular (isso é importante assim como o acompanhamento de um cardiologista, nutricionista, ginecologista, urologista etc. Tenha atenção com o sistema vascular); - Diabetes;
- Tabagismo;
- Se já foi infectado pela Covid-19. Segundo pesquisa da Sociedade Brasileira de Angiologia e de Cirurgia Vascular (SBAVC), 39% dos cirurgiões vasculares entrevistados tiveram, pelo menos, um paciente infectado pela Covid que apresentou um quadro de trombose venosa ou embolia.

Sim. Um dos principais problemas é o acúmulo de gordura na parede da artéria. Isso restringe a chegada do sangue aos órgãos, favorecendo o AVC, isquemia e perda de circulação nas pernas.

Existem diversos fatores de risco para o surgimento de varizes, tais como: - Genética
- Obesidade
- Sexo feminino
- Sedentarismo - Gestação
- Hormônios

Sim. A atividade física tem vários benefícios para a saúde e não é diferente para quem tem varizes. Caminhada, alongamento das pernas, pedalar e pilates são algumas opções para quem não quer ficar parado.

Não. As varizes são uma doença crônica, com forte influência genética. O tratamento ideal deve ser indicado por um angiologista ou cirurgião vascular. Por isso, é muito importante consulta com um especialista.

Elas costumam sofrer de duas a três vezes mais que eles, em razão dos hormônios femininos, que diminuem a força das paredes das veias e deixam os vasos mais fracos. Mas, também, há outros fatores como obesidade, sedentarismo, gravidez, entre outros.

As varizes não são apenas problemas estéticos. Elas também causam sérios transtornos à saúde do paciente. Caso não haja o tratamento, em alguns casos, pode ocorrer insuficiência venosa crônica, úlcera venosa, dermatite ocre e tromboflebite.

Nem todo tratamento de varizes exige cirurgia e nem sempre pedirá um repouso prolongado. Hoje podemos cuidar delas no próprio consultório de um cirurgião vascular com técnicas minimamente invasivas, como a escleroterapia, que é a aplicação de uma substância esclerosante; e o ClaCS, uma combinação da aplicação de laser transdérmico (pulsos de luz que aquecem o sangue e ocluem os vasos) com a técnica de escleroterapia.

Antes de tudo, é preciso fazer uma avaliação minuciosa com exame clínico. A primeira consulta dura em média 1 hora. Na ocasião, é feito o uso de equipamentos como realidade aumentada e exame de ultrassom doppler para avaliar cada uma das varizes, veias safenas e veias profundas. Com isso, é possível entender o que há de errado com o sistema vascular do paciente e identificar os pontos de maior pressão e obstrução. Em uma consulta, o médico poderá conhecer melhor o histórico do paciente e identificar possíveis causas que contribuem para o agravamento da situação. Somente após essa primeira avaliação, será possível definir o melhor tratamento e, por fim, os valores.

Evite ficar sentado ou em pé por muito tempo; tenha hábitos saudáveis, com uma dieta balanceada e exercícios físicos; e faça um check-up vascular de rotina anualmente.

Sim. Apesar das mulheres apresentarem mais fatores de risco para o desenvolvimento do quadro, a doença tem as mesmas origens nos homens.

Elas não voltam, mas são outras que surgem. Se a causa não for atingida no momento do tratamento, novas poderão se formar, ainda que no mesmo lugar. Isso não significa que são as mesmas. Por isso, é muito importante que procure um cirurgião vascular de confiança para que faça e acompanhe seu tratamento.

Sim. São mais comuns após os 30 anos, principalmente nas mulheres. Mas também podem aparecer em crianças e adolescentes.

O ideal é esperar 3 a 4 meses após o parto para que os vasos regridam. Boa parte das varizes e vasinhos somem ou ficam menos aparentes após a gestação.